21 de Novembro de 2009
“O primeiro-ministro Checo enerva-se e dá uma estalada ao ministro da saúde, por motivo dos maus resultados obtidos.
1 de Novembro de 2009
Gondramaz
Aldeia lindíssima no coração da serra. Linda mas vazia. Pelo menos nesta altura do ano… A paisagem é deslumbrante e difícil a subida mas, sem dúvida, recompensadora. Numa bela manhã de Outubro apenas me cruzei com o artista que talha belas peças em xisto há muitos anos, e uma senhora que lavava a roupa no lavadouro público…
Estão a ver o alfinete vermelho? Pois é aí mesmo…
Gondramaz distingue-se pela tonalidade específica do xisto que nos envolve da cabeça aos pés. Até o chão que se pisa é exemplo da melhor arte de trabalhar artesanalmente a pedra. Esta é, aliás, terra de artesãos cujas mãos hábeis criam figuras carismáticas que são marca da serra e que levam consigo o nome do mestre e da aldeia além-fronteiras.
Situada na vertente ocidental da Serra da Lousã, a paisagem que envolve Gondramaz é uma obra de arte da Natureza. Há nas ruas desta Aldeia uma fina acústica que nos desperta todos os sentidos.
20 de Outubro de 2009
A lei da sobrevivência...
10 de Outubro de 2009
Rede de praias fluviais associadas às Aldeias de Xisto
Tal como tinha prometido, aqui está uma maravilhosa Aldeia de
XISTO
E a lista das magnificas praias fluviais com as respectivas localizações. Espero que tenha uns óptimos passeios por entre as belas cores outonais , as mesclas verdes acastanhadas e castanhas esverdeadas …
Praias

1 - Ortiga
2 - Aldeia Ruiva
3 - Ribeira Grande
4 - Malhadal
5 - Froia
6 - Fragas de S. Simão
7- Ana de Aviz
8 - Mosteiro
9 - Açude Pinto
10 - Cambas
11- Louçainha
12 - Rocas
13 - Poço Corga
14 - Srª da Piedade
15 - Srª da Graça
16 - Bogueira
17 - Peneda
18 - Canaveias
19 - Secarias
20 - Pomares
21 - Piódão
5 de Outubro de 2009
A beleza e quietude de uma praia fluvial
Há sempre um belo cantinho do Portugal desconhecido à nossa espera…embora conhece-lo?
Em oposição à turbulência das vagas oceânicas, a tranquilidade das praias fluviais com águas puras e limpas, apaziguam as nossas almas e fazem-nos crer que afinal existe um arquitecto paisagístico, comandante mor, capaz de coordenar com saber e arte a conjugação dos belos verdes de flora luxuriante, com as diferentes tonalidades, em azul, das calmas águas do rio.
Acreditem. Aqui estão alguns, parcos, testemunhos.
São 21 as praias fluviais associadas às Aldeias de Xisto a escassos 40 Kms de Coimbra…
Em Agosto estão cheias mas agora, em princípios de Outubro, sem o rebuliço estival, esperam pela sua visita. Pelas redondezas come-se lindamente e muitíssimo em conta quando comparado com os preços praticados na capital
Não deixe de ir. Assinalei aqui no mapa uma dela – A que cruza a bela povoação de Góis. Como o mapa é interactivo, pode manusea-lo de modo a melhor se localizar
Na próxima mensagem, deixo-lhe a listagem de todas elas… com os votos de um Outono magnifico…
28 de Setembro de 2009
24 de Setembro de 2009
Estive em Barcelona, a cidade de Gaudi
Barcelona é capital da comunidade autónoma de Catalunha(Espanha); é também a capital da comarca do Barcelonès e da província de Barcelona. Nela se encontram as instituições mais importantes do governo da Catalunha: a Generalidade da Catalunha (governo autónomo) e o parlamento autónomo.
Cultura
Na Fundação Joan Miró encontra-se algumas obras deste pintor e são realizadas exposições itinerantes procedentes de museus de todo mundo.
No Museu Nacional de Arte da Catalunha encontra-se exposta uma importante colecção de arte romana. Não visitei o museu mas apenas uma belíssima exposição de fotografia de 2 óptimos fotógrafos de guerra…
Descendo pela escadaria eis a maravilha que se vislumbra para lá…
e para cá…
inf da net, fotos minhas
15 de Setembro de 2009
ESPETACULAR!!!
japonesa.
São 6h10 pm - (18h10).
Deslize o rato lentamente para a parte de baixo.
A noite cai sobre a cidade da fotografia, as luzes acendem-se...
Às 7h40 (pm), noite ! http://61226.com/share/hk.swf
5 de Setembro de 2009
O eterno sonho do Homem – VOAR - Que magnífica sensação de liberdade
O voo de parapente é uma modalidade de voo livre praticado quer por lazer quer para competição (considerado desporto radical). Pode ser descrito como um híbrido entre a asa delta e o pára-quedas. Diferentemente do pára-quedas, o parapente oferece um voo dinâmico, onde o piloto pode controlar a sua ascendência e direcção, dependendo das condições meteorológicas como velocidade do vento. ( fonte – Wikipédia)
Ó pra ele mesmo debaixo da minha máquina….
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E a dar voltas sem fim….
27 de Agosto de 2009
Há pessoas para tudo...
por PATRÍCIA JESUS
Hoje Maquilhar o CV (curriculum vitae) é comum, dizem técnicos de recrutamento, mas omissões são mais habituais que mentiras descaradas. Conhecimento de línguas e informática é mais exageradoSobrevalorizar o domínio de línguas estrangeiras e de programas informáticos é a mentira mais comum nos currículos que chegam às empresas de recrutamento de pessoal. Não há números, mas uma percentagem significativa dos CV são "maquilhados" - contêm omissões, exageros e mentiras, dizem os profissionais contactados pelo DN. As "imprecisões" afectam também datas, formação e funções desempenhadas. E há até quem invente cursos superiores."É raro mas já aconteceu um candidato dizer que tinha uma licenciatura sem nunca ter frequentado a universidade", explica Ana Cardoso, responsável pela área de recrutamento da Egor, empresa que recebe cerca de 70 mil currículos por ano. Mentiras que são facilmente detectadas quando se faz a costumeira verificação dos factos, diz. Mais comum é os candidatos omitirem que faltam cadeiras para concluir o curso e apresentarem-se como licenciados.Ilda Alexandre, que durante 15 anos dirigiu departamentos de recursos humanos de empresas de segurança, diz que mentir quanto às habilitações é ainda mais frequente quando se trata do ensino obrigatório. "Quando é um dos requisitos, há muitos candidatos que dizem que têm o 9º ano e depois frequentaram apenas o terceiro ciclo". Ou seja, concluíram o 6º ano. Além disso, a auto-avaliação dos conhecimentos de línguas e de informática "pende sempre a favor do candidato"... e contra a verdade, diz Duarte Ramos, da Hays, que recebe mais de mil contactos por dia. "Muitos dizem-se fluentes em inglês no CV e durante a entrevista não conseguem manter uma conversação básica", conclui. "Muitas vezes as pessoas não têm noção, mas às vezes é propositado", considera Ana Cardoso. Para João Carlos da Costa, da empresa de recrutamento Jobfair, isso nota-se sobretudo com o espanhol. "O falar português com sotaque espanhol leva a afirmar que possuem conhecimentos orais e escritos da língua", quando não é verdade, diz. As mentiras sobre os empregos anteriores passam sobretudo por alterações às datas e "embelezamento" das funções, diz Ilda Alexandre. "Às vezes estiveram seis meses numa empresa mas dizem que estiveram um ano, para encobrir períodos de desemprego que têm dificuldade em explicar", diz.Mas também há os que esticam a verdade até ao inverosímil, como um "rapaz que no currículo garantia que aos 12 anos já era responsável pela cozinha de um restaurante de uma cadeia de fast food", conta uma técnica de recursos humanos de um hotel lisboeta.Promoções "a posteriori" são comuns. "As pessoas têm tendência escrever 'responsável por' quando na verdade não eram responsáveis por nada", conta Duarte Ramos, da Hays. "Já tivemos casos de simples vendedores que no CV se intitulam responsáveis pelo departamento", diz Ilda Alexandre. Por outro lado, há informações desnecessárias que acabam por prejudicar tanto como as mentiras. "Há tonterias que me fazem por um CV de lado. Enviar fotografias na praia ou com poses pouco indicadas para a vida profissional, por exemplo", diz Ilda Alexandre. "Já recebemos fotografias em A4, com candidatos junto à piscina de fato-de-banho, para funções na banca", diz Ana Cardoso. "É falta de bom-senso, uma ferramenta essencial para fazer um CV", conclui.
20 de Agosto de 2009
Como vai a economia??
12 de Agosto de 2009
Ora aqui vai uma óptima notícia para ler em férias ou, diga-se, em qq altura…
Optimistic women 'live longer'

It pays to be optimistic
Women who are optimistic have a lower risk of heart disease and death, an American study shows.
The latest study by US investigators mirrors the findings of earlier work by a Dutch team showing optimism reduces heart risk in men.
The research on nearly 100,000 women, published in the journal Circulation, found pessimists had higher blood pressure and cholesterol.
Even taking these risk factors into account, attitude alone altered risks.
Optimistic women had a 9% lower risk of developing heart disease and a 14% lower risk of dying from any cause after more than eight years of follow-up.
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Making healthy choices such as not smoking and eating well, will have much more of an impact on your heart health than your outlook ![]()
Spokeswoman
British Heart Foundation
In comparison, cynical women who harboured hostile thoughts about others or were generally mistrusting of others were 16% more likely to die over the same time-scale.
One possibility is that optimists are better at coping with adversity, and might, for example take better care of themselves when they do fall ill.
In the study, the optimistic women exercised more and were leaner than pessimistic peers.
Lead researcher Dr Hilary Tindle, assistant professor of medicine at the University of Pittsburgh, said: "The majority of evidence suggests that sustained, high degrees of negativity are hazardous to health."
A spokeswoman for the British Heart Foundation said: "We know that hostile emotions can release certain chemicals in the body which may increase the risk of heart disease, but we don't fully understand how and why.
"Optimistic or hostile attitudes can be linked to health behaviours such as smoking or poor diet, which may also influence heart health.
"A good thing for all women is that regardless of your outlook, making healthy choices such as not smoking and eating well, will have much more of an impact on your heart health than your outlook.
"More research is needed to explore how and why these psychological attitudes may affect health."
Em resumo a inveja – sentimento tão tristemente divulgado em Portugal – tem uma propriedade reflectora…mas isso já é sobejamente conhecido…”ò práquele” ditado popular – nunca o invejoso medrou nem quem ao pé dele morou….
Mas, importante, importante é a máxima…DON’T WORRY, BE HAPPY…
É isso mesmo…faz favor de ser feliz…faz bem à alma, à qualidade de vida e longevidade…
(inf da net )
31 de Julho de 2009
As benditas e tão esperadas "vacanças"

23 de Julho de 2009
Arlindo de Carvalho, ex-ministro de Cavaco Silva, suspeito de participar em negócios ruinosos para o BPN
Arlindo de Carvalho, ex-ministro da Saúde de Cavaco Silva, esteve ontem toda a tarde a ser interrogado devido às suspeitas de ter participado em negócios fictícios de propriedades para encobrir prejuízos do grupo SLN/BPN. À entrada para o Tribunal Central de Instrução Criminal, o advogado João Nabais afirmou que Arlindo de Carvalho está disponível para colaborar com a justiça.
Em causa estão negócios da imobiliária Pousa Flores, de que o antigo ministro é gerente em sociedade com José Neto (também constituído arguido, assim como Ricardo Oliveira). A Unidade Nacional de Combate à Corrupção da PJ está a investigar, no processo liderado pelo procurador Rosário Teixeira, ligações entre financiamentos do BPN àquela sociedade e aquisições, algumas delas fictícias, que seriam assumidas, a pedido de Oliveira Costa, para diluir os elevados prejuízos do BPN.
Um dos casos é a Herdade da Miséria, uma propriedade de 200 hectares no concelho de Lagos que terá sido adquirida por 38 milhões de euros, apesar do valor de mercado não ir além do milhão. Adquirido pelo BPN à sociedade imobiliária Brick and Sand, o terreno tinha sido alvo, em Março de 2006, de um levantamento da proibição para ser ocupado urbanisticamente.
Numa acta datada de 12 de Fevereiro de 2008 e que foi entregue na comissão parlamentar de inquérito ao BPN, Oliveira Costa elencou imóveis com situação não consolidada e afirmou que a herdade foi assumida por Arlindo de Carvalho. "Esta herdade é 100% SLN, mas encontra-se neste momento 50% em nome do Sr. Dr. Arlindo de Carvalho e 50% Partinvest Imobiliária", lê-se na acta da referida reunião.
Segundo notícias recentes, a Pousa Flores comprou, com crédito do BPN, activos ao grupo Ricardo Oliveira no valor de 75 milhões de euros. O banco terá assumido o compromisso de comprar esses activos. A teia de negócios ruinosos para o banco é complexa e implica ligações entre mais de uma dezena de empresas.
Activos da IPE A actividade da imobiliária Pousa Flores iniciou-se em 2002, alegadamente depois de Arlindo de Carvalho e José Neto terem comprado uma parte dos activos imobiliários da Investimentos e Participações Empresariais (IPE), na sequência da extinção da holding estatal decidida quando Manuela Ferreira Leite era ministra das Finanças. A notícia da compra de activos da Sociedade Geral, gestora imobiliária do grupo IPE, chegou a ser avançada pelo jornal "Independente".
Uma auditoria do Tribunal de Contas à liquidação da IPE revela apenas que a Sociedade Geral foi vendida por 36 milhões de euros a quadros, através de um MBO ("management buy out"), na sequência de uma avaliação independente.
Arlindo de Carvalho e a sociedade Pousa Flores tinham créditos superiores a 600 mil euros no Banco Insular. Arlindo de Carvalho tinha uma conta em depósito descoberto no valor de 305 mil euros, de acordo com a auditoria feita pela Mazars em Agosto do ano passado, a pedido da gestão do BPN, então liderada por Miguel Cadilhe.
...
20 de Julho de 2009
ANDRÉ RIEU - trechos de operas em Cortona (Toscana-Italia)
Levar trechos ditos eruditos a uma plateia descontraída e entusiasmada poderá ser a forma de democratizar a musica clássica?!
13 de Julho de 2009
8 de Julho de 2009
Quadro chinês pintado entre 1085 e 1114 com 5,28 metros de comprimento
NÃO PERCAM ESTA MARAVILHA. É espectacular. Clica aqui e…
Usa o teu tempo, e passeia ao longo deste quadro.
Desloca o cursor ao longo do quadro.
Quando aparecerem os quadrados brancos, clica sobre eles.
trata-se de um quadro célebre na China. As pessoas fazem fila durante horas, para o verem, no Museu de Shanghai.
Este quadro foi pintado, entre 1085 e 1114, durante a Dinastia da Canção do Norte. Foi restaurada, durante a Dinastia Qing.
Mede 5,28 de comprimento, e tem uma altura de 28,4 cm.
É considerada, como um dos grandes TESOUROS da CHINA, e esteve exposto no Museu de Arte de Hong Kong, o ano passado. Fonte – Um email…
3 de Julho de 2009
E assim vai o nosso mundinho
Em relação à crise, Nouriel Roubini in Jornal de Negócios considera que...."O risco de uma quase depressão foi reduzido, e as perspectivas de que a recessão global atingirá o fundo em finais do ano estão a crescer. Mas grande parte dessa subida é motivada pelas expectativas excessivamente optimistas de uma rápida retoma do crescimento até ao seu nível potencial, e por uma bolha de liquidez que está a fazer subir os preços do petróleo e das acções, demasiadamente depressa e demasiadamente cedo. Podem ocorrer períodos de renovada volatilidade se a retoma global rápida e sólida, que é por muitos esperada, não se materializar. Um choque petrolífero negativo, aliado ao aumento das rentabilidades das obrigações do Tesouro, poderá cortar as asas da recuperação económica e levar a uma nova queda, ainda mais substancial, dos preços dos activos e da economia real."
30 de Junho de 2009
As nuvens
Os vossos comentários a respeito da mensagem anterior, referente ao início do Verão, levaram-me até às minhas aulas de geografia.
Infelizmente sempre tive maus professores de geografia, daqueles que cumprem zelosamente o programa, debitando toda a matéria sem alterar o timbre de voz nem o brilho do olhar….. papagueando conteúdos potencialmente interessantes e transformando-os em mera matéria para empinar e papaguear em vez de despertar curiosidade e interesse sobre afinal o mundo em que vivemos.
Que papel determinante têm os professores nas nossas vidas. Maus professores geram alunos desinteressados e ignorantes.
Uma das temáticas de que verdadeiramente gostei foi o estudo das NUVENS.


Sabiam que “As nuvens são das principais responsáveis pela existência da Meteorologia. Sem elas, não existiriam fenómenos como a neve, trovões e relâmpagos, arco-íris ou halos. Seria imensamente monótono olhar para o céu: apenas existiria o céu azul.
Uma nuvem consiste num agregado visível de pequenas gotas de água ou cristais de gelo suspensos no ar. Umas são encontradas a altitudes muito elevadas, outras quase tocam no chão. Podem assumir formas diversas, mas são geralmente divididas em 10 tipos básicos”
No liceu eu aprendi 4 tipos e são esses que aqui vos deixo. Os 10 tipos básicos são associações destes 4.
“1 - Cirrus
São as nuvens altas mais comuns. São finas e compridas e formam-se no topo da troposfera. Formam estruturas alongadas e permitem inferir a direcção do vento àquela altitude (geralmente de Oeste). A sua presença é normalmente indicadora de bom tempo.
2 - Cumulus
São as nuvens mais vulgares de todas e aparecem com uma grande variedade de formas, parecendo um bocado de algodão. A base pode ir desde o branco até ao cinzento claro e pode localizar-se a partir dos 1000m de altitude (em dias húmidos). O topo da nuvem delimita o limite da corrente ascendente que lhe deu origem e habitualmente nunca atinge altitudes muito elevadas.
3 - Estratos
É uma camada uniforme de nuvens que habitualmente cobre todo o céu e lembra um nevoeiro que não chega a tocar no chão. Aliás, se um nevoeiro espesso ascender, originam-se nuvens deste tipo. Normalmente não originam precipitação, que, a ocorrer, o faz sob a forma de chuvisco.
4 - Nimbus
Nuvens baixas, escuras. Estão associados aos períodos de chuva contínua (de intensidade fraca a moderada). Podem ser confundidos com altostratus mais grossos, mas os nimbostratus são em geral de um cinzento mais escuro.
Agora já estão preparados para compreender este belo video….
(toda a inf foi trabalhada a partir de recolha da net)
21 de Junho de 2009
Chegou o Verão e com ele as férias tão esperadas
Eis o mapa do hemisfério norte. Como é interactivo dá para procurar a sua terra…ora experimente lá!! Se tiver dificuldades, por favor, faça-me saber…
O Verão do hemisfério norte é chamado de "Verão boreal", e o do hemisfério sul é chamado de "Verão austral". O "Verão boreal" tem início com o solstício de Verão do Hemisfério Norte, que acontece cerca de 21 de Junho, e finda com o equinócio de Outono nesse mesmo hemisfério, por volta de 23 de Setembro. O "Verão austral" tem início com o solstício de Verão do Hemisfério Sul, que acontece cerca de 21 de Dezembro, e finda com o equinócio de Outono, por volta de 20 de Março nesse mesmo hemisfério.
Nos tempos primitivos, era comum dividir o ano em cinco estações, sendo o verão dividido em duas partes: o verão propriamente dito, de tempo quente e chuvoso (geralmente começava no fim da primavera), e o estio, de tempo quente e seco — palavra da qual deriva o termo "estiagem". Actualmente, usa-se a palavra "estio" como sinónimo raro para verão.



fonte – net.
14 de Junho de 2009
Profissão – Mestre Calceteiro
Esta primeira imagem recolhi numa bela tarde que veraneei pela capital lisboeta. Todas as outra recolhi da net… Da net tb seleccionei pequenos frases representativas . Digamos que é um trabalho de colagem mas não vale a pena estar a rescrever o que acerta a 100% no que nós pensamos
A minha enorme admiração e singela “homenagem ao artista que a concebeu e a executou mas também a todos os calceteiros que, com a beleza do seu trabalho tanto dignificam a nossa Lisboa. Com o seu trabalho artístico que já ultrapassou fronteiras eles têm memorizado pelo mundo aquilo a que se consignou chamar a "calçada portuguesa". “
“Pena é já haver tão poucos e a nossa Câmara estar a poupar...Todos os bairros de Lisboa deviam ter calçada à portuguesa.”
Importa “reconhecer a qualidade, capacidade e resistência de um funcionário autárquico…
Ele representa uma especialidade operária que, como muitas outras, não encontra estímulo remuneratório na Tabela Salarial da Função Pública e da Administração Local: Calceteiros.
Sendo muito poucos aqueles que aceitam passar, ao “ar livre” partindo pedra, o seu dia-a-dia. Na nossa terra é este o único que encontro nesta actividade de reparar a calçada que todos pisam e muitos maltratam.
Não só por ser o único, mas pelo bom trabalho que faz, este funcionário merece o nosso Aplauso!”
A belíssima calçada portuguesa encontra-se espalhada por todo o mundo. Ora reparem nestes exemplares em…

Em Lisboa

Em Porto Santo

Ipanema

Copacabana

Macau

12 de Junho de 2009
Obama: "Stop the Settlements"

Petition to the Government of Israel and the
United States Congress:
In the words of President Obama, just as Israel's right to exist cannot be denied, neither can Palestine's. We do not accept the legitimacy of continued settlements in the West Bank. They violate previous agreements and undermine efforts to achieve peace. It is time for these settlements to stop.
Clique aqui para saber mais e assinar a petição.
7 de Junho de 2009
Earth Water chega a Portugal
EARTH WATER...A ÁGUA QUE DEVEMOS PASSAR A BEBER...
Arrancou esta semana em Portugal um projecto pioneiro de solidariedade.
A água embalada Earth Water é o único produto no mundo com o selo do Alto-Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR), revertendo os lucros a favor do programa de ajuda de água daquela instituição.
A nível nacional, a Earth Water é um projecto que conta com a colaboração da Tetra Pak, do Continente, da Central Cervejas e Bebidas, da MSTF Partners, do Grupo GCI e da Fundação Luís Figo. Com o preço de venda ao público (PVP) de 59 cêntimos, a embalagem de Earth Water diz no rótulo que «oferece 100% dos seus lucros mundiais ao programa de ajuda de água da ACNUR», apresentando, mais abaixo, o slogan «A água que vale água».
Actualmente morrem 6 mil pessoas no mundo por dia por falta de água potável.
Com 4 cêntimos, o ACNUR consegue fornecer água a um refugiado por um dia.
http://earth-water.org/
"Todos os dias morrem seis mil pessoas devido à falta de água potável e destas, 80% são crianças. A cada 15 segundos morre uma criança devido a uma doença relacionada com a água.
Com a criação da Earth Water pretende fazer-se a diferença e melhorar estasestatísticas assustadoras. Ao desenvolver o conceito "You Never Drink Alone" pretende-se criar solução para a falta de água mundial.
AJUDE! DIVULGUE!
5 de Junho de 2009
3 de Junho de 2009
Sabia que...
O Elevador de Santa Justa é uma obra de arte concebida por um aprendiz de Gustave Eiffel e liga a Baixa ao Bairro Alto. Abriu em 1902, altura em que funcionava a vapor, e em 1907 começou a trabalhar a energia eléctrica, sendo o único elevador vertical em Lisboa a prestar um serviço público.
Feito inteiramente de ferro fundido e enriquecido com trabalhos em filigrana, o elevador dentro da torre sobe 45 metros e leva 45 pessoas em cada cabine (existem duas). Em design neogótico romântico, este elevador é definitivamente algo que você não pode perder!O café no topo conta com vistas magníficas sobre o centro de Lisboa e o Rio Tejo
No lado norte da Praça do Comércio / Terreiro do Paço, ergue-se o Arco Triunfal da Rua Augusta, que constitui a entrada para a Baixa da cidade. A sua decoração representa figuras históricas, como Vasco da Gama e o Marquês de Pombal, representando a glória e o génio.
O Arco começou a construir-se em 1755 e só se deram as obras por concluídas em 1873. O arquitecto que o delineou foi Veríssimo José da Costa.
A Praça da Figueira é um dos locais mais importantes da memória da Cidade. Por ali passam as duas mais importantes ribeiras de Lisboa, a oriental ou de Arroios, que vem pelo Regueirão dos Anjos e Martim Moniz, e a ocidental ou de Valverde que corre encaixada pelos vales de Santa Marta, S. José e Portas de Santo Antão.
As duas ribeiras juntam-se depois de atravessar separadamente a Praça da Figueira e correm ao longo do esteiro da Baixa metidas hoje, só parcialmente, nos "canos reais" da rua Augusta e rua Áurea até ao Terreiro do Paço. Os poderes públicos tentaram, desde pelo menos o século XIV, canalizar as ribeiras e o cano mais recente, o "cano real de D. Maria" reapareceu agora na escavação em curso na Praça da Figueira.
Junto das ribeiras foi escavada parcialmente nos anos de 1961-62 uma grande necrópole romana e o que restava do prestigioso "Hospital de Todos os Santos" o primeiro grande estabelecimento de assistência português mandado erguer por D. João II em 1492 cujas ruínas voltaram agora a reaparecer.Os "buldozers" puseram a descoberto recentemente na zona confinante com a área de Santa Justa parte de um bairro islâmico dos finais do século XI que tudo indica ter sido habitado por cristãos moçarabes que se acolhiam à protecção de Santa Justa e Rufina, duas santas sevilhanas patronas de oleiros.
Apareceram muitos vestígios pertencentes à moçarabia, pavimentos de ruas e restos de habitações ainda com o telhado caído sobre as ruínas, lareiras, etc. Os trabalhos arqueológicos estão a ser excelentemente executados por uma equipa do Museu da Cidade dirigida por Rodrigo Banha da Silva.
Fotos minhas, texto da net...
31 de Maio de 2009
Miguel Sousa Tavares - Eu identifiquei-me com muitos dos aspectos deste artigo. Qual é a sua opinião?
Começo por me reportar ao excelente texto da Clara Ferreira Alves, no último número da revista Única, acerca da construção da sede da Fundação Champalimaud, em cima do Tejo, em Pedrouços. Eu próprio já aqui tinha aflorado o assunto duas ou três vezes, como exemplo último do saque do rio à nossa cidade. Na altura, fui convidado para almoçar, através de um amigo comum, com um simpatiquíssimo administrador da Fundação, que me explicou que a localização privilegiada se justificava pela necessidade de atrair para Portugal cérebros renomados na área da investigação médica - e eles, muito compreensivelmente, gostam de trabalhar com o rio aos pés. A explicação não me convenceu muito e eu voltei ao assunto e voltei a ser convidado para novo almoço, a que já não fui: nem mesmo um salmonete de Sesimbra e um Pêra Manca podem contrariar a realidade que ali está a nascer - 60.000 metros quadrados de construção, alguns 200, 300 metros de frente de rio roubados à cidade e... em terrenos públicos.
Aliás, e com todo o respeito que sempre tive pela presidente da Fundação, Leonor Beleza, eu acho que ela traiu a vontade do fundador. António Champalimaud foi dos raríssimos portugueses que fizeram uma Fundação, não para se glorificar em vida, mas para doar post mortem, não para fugir ao fisco ou sacar património ao Estado, mas para dar: deu 500 milhões de euros para a investigação do cancro. Berardo fez uma Fundação que, depois de ter ocupado um edifício municipal em Sintra, passou a ocupar a totalidade da área de exposições do CCB; Saramago fez outra que, em troca da perenidade do culto da sua pessoa e de umas vagas conferências, sacou a Casa dos Bicos. Champalimaud não quis sacar, quis dar. Mas, infelizmente, a sua executora testamentária, não pensou igual: Leonor Beleza começou por perder uma eternidade de tempo a tentar que a deixassem construir a sede da Fundação no Guincho, em terrenos vedados à construção da Área de Paisagem Protegida. Como o não conseguiu, virou-se para a beira-Tejo e convenceu a Câmara de Lisboa a suspender o PDM para autorizar aquilo. Esta figura jurídica da suspensão do PDM é, aliás, o retrato fiel de como funciona o país: fazem-se excelentes leis e excelentes planos para tentar limitar o deboche urbanístico, mas, depois, há sempre uns casos excepcionais, para os quais, e movendo as devidas influências, se consegue suspender o PDM, aprovar o projecto que se quer e que o contrariava, e depois repor o PDM em vigor para a arraia miúda. Faz-me lembrar o Albarran, quando suspendia a carteira profissional de jornalista para fazer publicidade (vedada aos jornalistas pelo estatuto e código deontológico), e, uma vez gravado o anúncio, pedia a carteira de volta e 'regressava' ao jornalismo. É o nosso mal, e o nosso mal a todos os níveis: seríamos um excelente país e um excelente povo, se não fossem as excepções: a possibilidade de se suspender os bons princípios, a moral e os valores apregoados, para satisfazer uma necessidade passageira e logo a seguir retomar o discurso dos valores.
Foi assim também que, à beira-rio, se autorizou o recentemente inaugurado Hotel Altis. Pergunto-me com que autoridade e com que argumentos poderá amanhã a CML indeferir pedidos de hotel para o mesmo local? Foi assim - e aqui sem intervenção da CML e apenas por vontade do Governo e do Porto de Lisboa - que se construiu aquele monstro do Observatório Europeu Contra a Droga, que irá lançar o caos no trânsito da zona do Cais do Sodré e roubou já uma extensa área de vistas sobre o rio no centro da cidade (será que os senhores observadores precisam de ver os navios de perto para avaliarem se trazem droga a bordo?). Foi assim também que, no uso das suas prerrogativas de dona do Tejo, a APL lançou mãos à construção do novo terminal de navios de cruzeiro de Santa Apolónia - cujo projecto inicial, entretanto abandonado por demasiado imbecil e escandaloso, previa igualmente um hotel e um centro comercial em cima do rio. E foi assim que se chegou ao impúdico negócio da expansão do terminal de Contentores de Alcântara, negociado entre a APL e a Mota Engil/Liscont.
Há anos que mantenho uma guerra, já pessoal, com os senhores da APL, a quem chamo o 'inimigo público nº 1 de Lisboa'. Começou com o defunto POZOR, um plano de urbanização através do qual a APL se propunha construir em cima do rio nada menos do que um milhão de metros quadrados de edifícios de habitação e escritórios. Aquela gente, escudada na facilidade de dispor de dinheiros que não lhes saem do bolso, chegou a comprar páginas inteiras de jornal para publicarem comunicados contra a minha pessoa. E, há um ano, na sequência de um debate público sobre o Terminal de Passageiros de Santa Apolónia, quando lhes chamei "associação de malfeitores" (não no sentido criminal, mas no sentido cívico de quem só faz malfeitorias à cidade), puseram-me uma queixa-crime em cima: para vergonha deles, perderam na primeira instância e perderem na Relação, o que revela muito sobre a ideia que deles também os tribunais fazem.
Em Novembro passado, quando consegui finalmente ler o contrato celebrado entre a APL e a Liscont para ocupar com contentores toda a frente de rio do actual e histórico Terminal de Passageiros de Alcântara, tive vergonha de ser português. Vergonha de ser cidadão de um Estado que dispõe tão escandalosamente do património público a benefício de um negócio privado. Qualquer pessoa que queira perder uns minutos a pensar no assunto, facilmente chega à conclusão que o que faria sentido seria os contentores em Santa Apolónia e os paquetes de passageiros em Alcântara - onde sempre estiveram e fazem parte da paisagem adquirida da cidade e das suas memórias históricas. Em Santa Apolónia, os contentores estão geograficamente muito mais próximos das suas vias de escoamento normais, sejam férreas, rodoviárias ou fluviais; poupava-se o custo de fazer um novo terminal de passageiros e poupavam-se os 540 milhões de euros que a Refer, a CML e o MOP vão gastar para arranjar uma solução para o problema criado com o contrato celebrado entre a APL e a Liscont. Porque não fazem, então? Por uma razão indecorosamente simples: porque em Santa Apolónia houve um concurso público para adjudicação da área de descarga dos contentores e a Liscont, que ganhou a fatia de leão, tem de pagar três vezes mais pela ocupação do espaço do que paga em Alcântara - onde obteve a adjudicação directa e duas prorrogações sucessivas, a preço político e sem concorrência. Tão simples como isto. Tão vergonhoso quanto isto. Em trinta anos a olhar para aqui, já vi muita negociata, muita escandaleira: igual a esta, nenhuma outra. O Tribunal de Contas já a denunciou, sem apelo.
Agora, que a notícia já foi tornada pública, posso confirmar que, de facto, a CML e o movimento cívico contra os contentores de Alcântara, de que sou co-fundador e dirigente ('Lisboa, Tejo e Tudo', de um poema de Pessoa), têm andado a 'partir pedra' em várias reuniões para tentar chegar a uma solução que não implique mais um assalto ao rio. Julgo que António Costa é sincero na sua intenção de travar a demência da APL. Da nossa parte, as condições para baixar armas são simples: nem um metro quadrado mais roubado à frente de rio com contentores; nem mais um camião TIR a passar ali; a praça central destinada a uso e lazer públicos; e as Docas a funcionarem todo o tempo que durarem as obras. Mas, mesmo que isto seja conseguido - e com isso se extinguiria o objectivo do nosso movimento - restam as obras faraónicas, inúteis e injustificáveis que serão feitas a montante e que já não é assunto nosso. Mas é bom que os portugueses saibam que tais obras só serão levadas a cabo e ao custo de 540 milhões de dinheiros públicos, para que o Estado honre o contrato celebrado entre a APL e a Liscont - negociado parte a parte entre dois renomados escritórios da advocacia de negócios que tantas malfeitorias também têm trazido a este país. (E ainda acham que o louco é o bastonário da Ordem dos Advogados, quando denuncia este indecente tráfico de influências!)
Pessoalmente, já começo a ficar cansado de certas guerras que nunca verdadeiramente se ganham. Se os lisboetas gostam tanto de Lisboa como dizem, acreditem que já não há muito mais a defender e que as próximas autárquicas serão uma das últimas oportunidades para o fazerem. Vamos exigir a todas as listas, todos os partidos e candidatos que jurem publicamente que ninguém mais nos roubará um metro do rio que é nosso.
29 de Maio de 2009
Alberto Caeiro - Hoje de manhã saí muito cedo
Por ter acordado ainda mais cedo
E não ter nada que quisesse fazer...
Não sabia que caminho tomar
Mas o vento soprava forte, varria para um lado,
E segui o caminho para onde o vento me soprava nas costas.
Assim tem sido sempre a minha vida, e
Assim quero que possa ser sempre --
Vou onde o vento me leva e não me
Sinto pensar.
Eu, habitualmente, tb me levanto e saio cedo de casa mas, com destino, supostamente, definido por mim que tenho a mania que oriento os meus passos tipo... "Sei que não vou por aí"! do José Régio... Outro dia, disseram-me que esta de se ter sempre de ter um destino pré-definido tem a ver com insegurança...será!!?? Fixei este reparo pq nunca me tinha passado pela cabeça...mas, gosto de tudo organizar, assim sendo porque deixar o nosso quotidiano inteiramente à mercê de terceiros!!
24 de Maio de 2009
Atenção
Os meus agradecimentos
23 de Maio de 2009
Desafio
Recebi este selo da minha amiga Gaivota do blog mareterra. Obrigada.2º Divulgar as regras
3º Dizer 5 coisas que gosta de fazer
4º Indicar 10 blogues para os quais se reenvia o convite
5º Informar os blogues que receberam o selo
. Conviver, conversar, rir...
. Viajar sem ter de transportar bagagem para lugares longínquos
. Trabalhar com método, precisão e resultados à vista. Quer seja trabalho manual quer intelectual ainda a realização de qq tarefa implique sempre cabeça e mãos, não apresentando esta dualidade tipo mutuamente exclusiva.
. Passear, almoçar comigo...ter o meu tempo. Decidir por mim...
Os blogues escolhidos são os seguintes:
. Riscos e Rabiscos
. Papoila
. Fragmentosdeumavida
. Arcoirisametro
. Sinaisparaouniverso
. Academiasv
. Osmeuspostaisantigos
. Vãoseosaneisefiquemosdedos
. Comunicarcomunicando
17 de Maio de 2009
Casa do Alentejo
É a Casa do Alentejo, que foi edificado para confratenização dos muitos Alentejanos que imigraram para a grande cidade em busca de melhores condições de vida.
Texto trabalhado a partir de inf recolhida na net, fotos minhas.
12 de Maio de 2009
A Praça do Município - Um dos locais mais harmoniosos de Lisboa
A Praça, lado a lado com a fantástica Praça do Comércio, brilha com a presença do grande Pelourinho e deste Edifício construído na sequência do incêndio que, em 1863, destruiu quase totalmente os anteriores Paços do Concelho, que datavam da reconstrução pombalina da cidade após o grande Terramoto de 1755.
9 de Maio de 2009
7 de Maio de 2009
Colóquio “A Quinta de Vale de Flores – Conhecer para Salvaguardar”
O colóquio “A Quinta de Vale de Flores – Conhecer para Salvaguardar” tem como objectivo, para além de demonstrar e difundir a importância da Quinta de Vale de Flores como exemplar ímpar da arquitectura civil portuguesa do século XVI, sensibilizar e esclarecer sobre a importância do conhecimento como instrumento vital no processo de salvaguarda do Património Cultural Edificado.


Todos os interessados na temática da Arquitectura Civil do século XVI e na Defesa do Património Cultural edificado, nomeadamente Associações, Académicos, Técnicos e Decisores.
Data de realização:
Sábado, 23 de Maio de 2009
Lugar:
Auditório do Museu de Cerâmica de Sacavém, Urbanização Real Forte, 2685 Sacavém, junto ao Forte de Sacavém (arquivo da antiga DGEMN). Confirme a sua presença para o mail adpacs@gmail.com ou para o tel. 960109854. A entrada é livre mas está limitada ao
número de lugares do auditório.
Programa:
15h00 Abertura da Sessão - Cristina Mendes (ADPAC)
15h30 Início do 1º Painel de Comunicações
“Um uso compatível para a Quinta de Vale de Flores”
João Vieira Caldas (IST)
“A documentação gráfica como forma de salvaguarda”
Luís Mateus (FAUTL)
16h30 Pausa para café
17h00 Início do 2º Painel de Comunicações:
“Os contributos da Arqueologia da Arquitectura num projecto de salvaguarda de património edificado”
Maria Ramalho (IGESPAR)
"Metodologias de intervenção em património arquitectónico: como restaurámos ontem, como conservamos hoje!"
José Aguiar (ICOMOS - Portugal)
18h00 Debate, aberto ao público, moderado por Carlos Cardoso (Jornal Regional Triângulo)
19h00 Síntese conclusiva - Encerramento da sessão
4 de Maio de 2009
A thing of beauty is a joy for ever
Its loveliness increases; it will never
Pass into nothingness; but still will keep
A bower quiet for us, and a sleep
Full of sweet dreams, and health, and quiet breathing.
Therefore, on every morrow, are we wreathing
A flowery band to bind us to the earth,
Spite of despondence, of the inhuman dearth
Of noble natures, of the gloomy days,
Of all the unhealthy and o'er-darken'd ways
Made for our searching: yes, in spite of all,
Some shape of beauty moves away the pall
From our dark spirits...
30 de Abril de 2009
26 de Abril de 2009
Festa da música à portuguesa - hoje no Centro Cultural de Belém
Esta imagem é de um Concerto Livre cheia de audiência como se pode verificar
A antena 2 em cobertura directa deste grandioso evento
(inf da net, imagens minhas)
Mega Ferreira em entrevista para a Antena 2.
25 de Abril de 2009
Onde estavas no 25 de Abril? Eu estava no 2º ano da faculdade...que saudade Deus meu desses magníficos tempos!!
O poder foi entregue a uma Junta de Salvação Nacional, constituída por militares e presidida pelo General Spínola. Foi apresentado o programa do MFA com as orientações políticas até ser elaborada nova constituição: democratização da sociedade portuguesa através de medidas que restituíam as liberdades aos cidadãos:
1 - libertação dos presos políticos;
2 - extinção da PIDE, da Legião e da Mocidade Portuguesa;
3 - abolição da censura e reconhecimento da liberdade de expressão;
4 - discussão do problema da guerra colonial
(inf da net)
23 de Abril de 2009
Terra de campinos forcados e toiros no coração do ribatejo
É sede de um município com 293,88 km² de área e 122 908 habitantes (2001), subdividido em 11 freguesias.
Este belo edifício com ilustrações em azulejaria é a estação dos caminhos de ferro.
14 de Abril de 2009
Cruzeiro a Valada
Como património, Valada orgulha-se da sua igreja datada do ano de 1211, no reinado de Dom Afonso II. Perdendo parte da sua beleza, após a restauração de 1962, tem como padroeira Nossa Senhora da Espectação do Ó .
11 de Abril de 2009
6 de Abril de 2009
Um blog tb serve para brincar
Ahahah!!
4 de Abril de 2009
Hoje trago-vos VISEU
Viseu é capital do Distrito de Viseu, na região Centro e subregião de Dão-Lafões, com 47 250 habitantes (68 000 no perímetro urbano), sendo por isso a segunda maior e mais populosa cidade no Centro de Portugal, depois de Coimbra.
É sede de um município com 507,10 km² de área, com 34 freguesias e 100167 habitantes segundo os últimos dados do INE de 2008.
O município é limitado a norte pelo município de Castro Daire, a nordeste por Vila Nova de Paiva, a leste por Sátão e Penalva do Castelo, a sueste por Mangualde e Nelas, a sul por Carregal do Sal, a sudoeste por Tondela, a oeste por Vouzela e a noroeste por São Pedro do Sul.
Para além de sede de distrito e de concelho, Viseu é igualmente sede de Diocese e de Comarca. Possui, talvez por isso, muitas igrejas e capelas das quais se destacam a Sé de Viseu e a Igreja da Misericórdia de Viseu nas imagens que recolhi numa bela tarde cheia de sol.
Segundo um estudo da DECO de 2007, Viseu é a melhor cidade, entre as 76 do estudo, para se viver em Portugal.
( texto trabalhado a partir de inf recolhida na net e fotos minhas)
31 de Março de 2009
A remodelação da Estação do Cais do Sodré custou-nos muitos €€€€ss
As obras deste novo interface iniciaram-se em Janeiro de 2002 e compreenderam a construção de um terminal fluvial, a requalificação da estação ferroviária e arranjos exteriores.
Ficou linda...ora vejam...
Na época dos Descobrimentos, a Ribeira das Naus, hoje Cais do Sodré, era o terreiro onde se localizavam tradicionalmente os estaleiros de construção dos navios que se aventuravam por mares nunca antes navegados na época dos Descobrimentos. Aquele foi durante muitos anos o coração da cidade. Hoje o Cais do Sodré continua a ser um local de grande agitação.
À saída da estação, terminal da linha de Cascais, podemos ver a Praça da Ribeira, uma mescla incomparável de cores, sons e odores. Esta zona é também muito característica pelos bares, nem sempre bem frequentados, mas típicos de uma zona que outrora recebia os marinheiros.
Inicialmente esta praça, mais vulgarmente conhecida por Cais do Sodré, (recordando uma família inglesa que na época dos descobrimentos se dedicava ao comércio marítimo) era uma das zonas mais "chiques" da cidade.Espaço arborizado e calcetado com empedrado preto e branco apresenta ao centro a estátua do Duque da Terceira, (grande herói liberal), da autoria de Simões de Almeida.Em 1928, foi construído o edifício da Estação ferroviária - Estação do Cais do Sodré -, e o terminal dos cacilheiros que ligam a cidade à outra margem do Tejo. Perto desta praça encontra-se o Mercado da Ribeira que foi erigido sobre o antigo Forte de S. Paulo onde existia um mercado projectado em 1882 por Ressano Garcia e que havia sido destruído por um incêndio.
29 de Março de 2009
Primavera (c. 1478) é um quadro de Botticelli
Tema imposto, encomendado por Lorenzo di Pierfrancesco de Médici para a Villa Medicea di Castello, representa ao centro Vênus (Afrodite) e filho Eros (Cupido). À esquerda está Clóris, sendo tomada por Zéfiro e a sua metamorfose em Flora, que está ornamentada com vestimentas gloriosas típicas de mulheres casadas da época.

Protegido dos Médici, para os quais executou preciosos registos da pintura de cunho mitológico, foi bem relacionado no círculo florentino, trabalhando também para o Vaticano, produzindo frescos para a Capela Sistina. Foi ainda destacado retratista, com talento excepcional de transpor para a linguagem formal as concepções dos seus clientes o tornou um dos pintores mais disputados do seu tempo. A sua reputação, alvo de um curto reavivar de interesse no século XVI, logo esvaiu-se, e somente com o reaparecimento de uma crescente curiosidade pelo Renascimento, registada no século XIX, e, em particular, pela interpretação filosófica das obras, é que a sua arte volta a adquirir o êxito e a fama que mantém até hoje.
27 de Março de 2009
Perspectivas
a que chamam sempre sua
mas eu cá não os invejo
o meu bairro é sobre as águas
que cantam as suas mágoas
e a minha rua é o Tejo
(fado do CCarmo)
23 de Março de 2009
Ramal da Lousã - Coimbra
Logo no ano seguinte, um segundo alvará atribui a concessão da via à Companhia do Caminho de Ferro do Mondego, que em 1897, declara falência. Os trabalhos de construção do troço de linha entre Coimbra e Lousã, numa extensão de 29 km, tiveram início em 1889 e prolongaram-se por dezassete anos.
A chegada da primeira locomotiva foi comemorada com pompa e circunstância, o dia 16 de Dezembro de 1906 foi de festa para a Lousã, “houve grandes festejos – muita música e muitos foguetes, tendo afluído ali enorme quantidade de pessoas”, como relatava à época o semanário “A Comarca de Arganil”.
No ano seguinte, em 1907, foram feitas as primeiras tentativas de dar continuidade à obra, prolongando a sua extensão até Arganil, objectivo que nunca viria a ser concretizado para além de Serpins, localidade que ainda hoje é o términus deste Ramal.
A inauguração do troço Lousã – Serpins ocorreu no dia 10 de Agosto de 1930.
A extensão do Ramal da Lousã é de 36,9 km. "
(inf da net)

E podem sempre ir tomar um refresco nestas belíssimas esplanadas...
Mas têm de ser rápidos pois dizem que este ramal tem os dias contados!! Principalmente se o metro de superficie for para a frente...questão de super celeuma...enfim os interesse do costume ou a falta deles!! Porque será que a obra não avança?
20 de Março de 2009
Quem é Henry Moore
Pois claro, quase todos os votantes sabiam que esta estátua foi esculpida por Henry Moore.
Henry Spencer Moore (Castleford, Yorkshire, 1898 — Perry Green, Hertfordshire, 1986) foi um escultor e desenhista britânico que desenvolveu uma obra tridimensional predominantemente figurativa, com breves incursões pela abstracção.
Filho de um engenheiro de minas, Moore tornou-se conhecido pelas suas esculturas abstractas em grande escala, de bronze fundido e de mármore. Substancialmente sustentado pela instituição de arte britânica, Moore ajudou a introduzir uma forma especial de modernismo no Reino Unido.
Foi influenciado sobretudo pela arte mexicana pré-colombiana, assim como pela arte arcaica e renascentista, pelo Surrealismo e pelo Construtivismo. A essa cultura visual vasta e multiforme do artista soma-se uma sensível capacidade de análise da natureza.

19 de Março de 2009
Global crisis 'to strike by 2030' By Christine McGourty BBC News
By 2030 the demand for resources will create a crisis with dire consequences, Prof John Beddington said.
Demand for food and energy will jump 50% by 2030 and for fresh water by 30%, as the population tops 8.3 billion, he told a conference in London.
Climate change will exacerbate matters in unpredictable ways, he added
17 de Março de 2009
Um dia, há muitos anos, ofereceram-me um livro de António Botto
António Tomás Botto (Concavada, Abrantes, 17 de Agosto de 1897 — Rio de Janeiro, 16 de Março de 1959) foi um poeta português.
A sua obra mais conhecida, e também a mais polémica, é o livro de poesia Canções. Foi amigo pessoal de Fernando Pessoa que traduziu em 1930 as suas Canções para inglês, e com quem colaborou numa Antologia de Poemas Portugueses Modernos.
À memória de Fernando Pessoa
Se eu pudesse fazer com que viesses
Todos os dias, como antigamente,
Falar-me nessa lúcida visão -
Estranha, sensualíssima, mordente;
Se eu pudesse contar-te e tu me ouvisses,
Meu pobre e grande e genial artista,
O que tem sido a vida - esta boémia
Coberta de farrapos e de estrelas,
Tristíssima, pedante, e contrafeita,
Desde que estes meus olhos numa névoa
De lágrimas te viram num caixão;
Se eu pudesse, Fernando, e tu me ouvisses,
Voltávamos à mesma: Tu, lá onde
Os astros e as divinas madrugadas
Noivam na luz eterna de um sorriso;
E eu, por aqui, vadio de descrença
Tirando o meu chapéu aos homens de juízo...
Isto por cá vai indo como dantes;
O mesmo arremelgado idiotismo
Nuns senhores que tu já conhecias
- Autênticos patifes bem falantes...
E a mesma intriga: as horas, os minutos,
As noites sempre iguais, os mesmos dias,
Tudo igual! Acordando e adormecendo
Na mesma cor, do mesmo lado, sempre
O mesmo ar e em tudo a mesma posição
De condenados, hirtos, a viver -
Sem estímulo, sem fé, sem convicção...
Poetas, escutai-me. Transformemos
A nossa natural angústia de pensar -
Num cântico de sonho!, e junto dele,
Do camarada raro que lembramos,
Fiquemos uns momentos a cantar!
(retirado da net)
15 de Março de 2009
Quem pintou este quadro foi Frida Kahlo

Entre 1922 e 1925 frequenta a Escola Nacional Preparatória do Distrito Federal do México e assiste a aulas de desenho e modelagem.
Em 1925, aos 18 anos aprende a técnica da gravura Porém sofre um grave acidente rodoviário que faz a artista ter de usar vários coletes ortopédico de materiais diferentes, chegando inclusive a pintar alguns deles (por exemplo o colete de gesso na tela intitulada "A Coluna Partida". Por causa desta última tragédia fez várias cirurgias e ficou muito tempo acamada. Nessa altura começou a pintar com uma caixa de tintas que pertenciam ao seu pai, e com um cavalete adaptado à cama.
Em 1928 quando Frida Kahlo entra no Partido Comunista mexicano, conhece o muralista Diego Rivera, com quem se casa. Sob a influência da obra do marido, adoptou o emprego de zonas de cor amplas e simples num estilo propositadamente reconhecido como ingénuo. Procurou na sua arte afirmar a identidade nacional mexicana, por isso adoptava com muita frequência temas do folclore e da arte popular do México.
Entre 1930 e 1933 passa a maior parte do tempo em Nova Iorque e Detroit com Rivera. Entre 1937 e 1939 Leon Trotski vive em sua casa de Coyoacan. Em 1938 André Breton qualifica a sua obra de surrealista num ensaio que escreve para a exposição de Kahlo na galeria Julien Levy de Nova Iorque. Não obstante, ela mesma declara mais tarde: "pensavam que eu era uma surrealista, mas eu não era. Nunca pintei sonhos. Pintava a minha própria realidade".
13 de Março de 2009
12 de Março de 2009
10 de Março de 2009
Quem pintou este quadro foi RENOIR
Aqui vão dados bibliográficos recolhidos na net
Pierre-Auguste Renoir (Limoges, 25 de Fevereiro de 1841 - Cagnes-sur-Mer, 3 de Dezembro de 1919) foi um dos mais célebres pintores franceses e um dos mais importantes nomes do movimento impressionista.
Desde o princípio a sua obra foi influenciada pelo sensualismo e pela elegância do rococó, embora não faltasse um pouco da delicadeza do ofício anterior como decorador de porcelana. O principal objectivo, como ele próprio afirmava, era conseguir realizar uma obra agradável aos olhos. Apesar de sua técnica ser essencialmente impressionista, Renoir nunca deixou de dar importância à forma - de facto, teve um período de rebeldia diante das obras dos seus amigos, no qual se voltou para uma pintura mais figurativa, evidente na longa série Banhistas. Mais tarde retomaria a plenitude da cor e recuperaria a sua pincelada enérgica e ligeira, com motivos que lembram o mestre Ingres, pela beleza e sensualidade.
9 de Março de 2009
A crise global - 9 de Março de 2009.
Veja a notícia no Jornal de Negócios.
A queda do valor dos activos financeiros em todo o mundo é equivalente a um ano do PIB mundial ($50,000bn) estima o Asian Development Bank. A Ásia tem sido atingida de forma particularmente severa. Os países da Ásia por enquanto não implementaram planos de estímulo económico de dimensão significativa.
Veja a notícia no Financial Times.
(inf da net)
8 de Março de 2009
Dia 8 de Março – Dia da Mulher - Catarina Eufémia uma lutadora
Para ilustrar esta luta pela igualdade de deveres e direitos trouxe-vos a Catarina Eufémia.
"Numa greve de trabalhadores agrícolas, ocorrida em 19 de Maio de 1954 na aldeia de Baleizão, um grupo de camponeses dirigiu-se à residência do patrão. Entre esses trabalhadores rurais, contava-se Catarina Eufémia, grávida e com um filho de oito meses o colo. Entre outras pretensões, reivindicava-se para as mulheres um aumento da jorna (salário de um dia de trabalho) de 16 para 23 escudos, na campanha da ceifa. No entanto, a GNR apareceu, como tantas outras vezes, acabando por intervir duramente. Para além dos tiros para o ar, de intimidação e para dispersar a concentração de camponeses, outros houve que tiveram um destino mais cruel e sangrento. De facto, o tenente Carrajola, da GNR, no caminho do grupo de assalariados para a casa do patrão, matara Catarina Eufémia com vários tiros, que caíra para o chão com o filho ao colo. Este assassinato a sangue-frio foi uma das mais brutais acções do regime de Salazar, causando uma revolta surda e contida entre as massas rurais alentejanas."
Aqui vos deixo a imagem da lutadora para quem quiser levar. É o meu presente do dia da mulher.
( inf recolhida da net).
7 de Março de 2009
5 de Março de 2009
Exposição - Diálogo de Expressões

A Galeria Verney e a MAPA têm o prazer de apresentar a 1ª Exposição Colectiva de 2009, "Diálogos de Expressões".
A partir de um painel fotográfico de Neuza Faustino, convidámos 13 artistas de diferentes áreas a realizar uma leitura pessoal da obra. Um desafio desta natureza encerra em si a originalidade de solicitar os artistas à interacção e à leitura mútua, criando dinâmicas interpessoais que ultrapassam o paradigma da criação solitária, para além de concretizar um dos objectivos a que a MAPA-Associação Cultural se propôs desde a sua constituição: congregar artistas de diferentes áreas, idades e percursos, em projectos comuns que os empenhem e mutuamente enriqueçam.
A inauguração será no próximo sábado, 7 de Março, às 16 horas, na Galeria Verney, em Santo Amaro de Oeiras (mesmo ao lado da Igreja, em pormenor no link abaixo).
Haverá música e será servido um beberete
Como sempre, a vossa presença é indispensável. Esperamos por todos. NÃO FALTEM!!!
4 de Março de 2009
Os tratos da Guiné por João Carlos Barradas
Consumada a ruptura entre os dirigentes de origem cabo-verdiana e os líderes guineenses o novo estado ficou ainda mais dependente dos interesses dos vizinhos Senegal e Guiné-Conacri.
Os conflitos étnicos que extravasam as fronteiras coloniais, recrudesceram e, sem quadros nem projectos, a Guiné-Bissau afundou-se ainda mais na miséria e nas rivalidades de uns quantos homens de armas na mão.

( imagem da net escolhida por mim....quem se lixa são estes inúmeros futuros "homens que nunca foram meninos")
Nos últimos anos um Estado sem lei tornou-se presa fácil dos traficantes latino-americanos que transformaram a Guiné-Bissau numa placa giratória do tráfico de cocaína para a Europa.
A entrada em força do dinheiro do narcotráfico num dos países mais pobres do mundo subverteu o que ainda restava das estruturas administrativas e corrompeu sem remédio as forças armadas e a polícia.
As desavenças pelo controlo das escassas receitas que o caju, o marisco ou arroz proporcionavam, os confrontos pelo lucros de contrabandos e tratos diversos, passaram a assumir um cunho ainda mais virulento.
O enredo do mata-mataAs tradicionais rivalidades entre as etnias da Guiné tiveram nos últimos meses o seu paroxismo no confronto armado entre os homens fiéis a Nino Vieira e outros que juravam pelo chefe do estado-maior Tagme Na Waie.
Não por acaso eram balantas quem apoiava o homem-forte do exército, enquanto as gentes da minoritária etnia papel se mantinham ao lado de Nino.
Em Novembro Na Waie tentou matar Nino e falhou.
Em Janeiro foi a vez de Nino falhar um ataque a Na Waie.
No domingo alguém próximo do presidente matou à bomba Na Waie e em retaliação tropas balantas acabaram com Nino à bala e à catanada.
O mata-mata entrara, aliás, nos lances finais logo em Dezembro, quando Nino perdeu o seu protector de sempre, o presidente eterno de Conacri, Lansana Conté.
A partir de agora a Guiné-Bissau poderá ou não cair outra vez numa guerra civil em larga escala como aconteceu em 1998.
Com o Senegal e o conflito de Casamansa em fundo e tráfico de armas pelo meio, o brigadeiro Assumane Mané tentou, então, aniquilar Nino e o presidente partiu para o exílio.
Mané acabou morto dois anos depois noutro confronto com o presidente Kumba Yalá, mas um dos homens que esteve a seu lado contra Nino, Na Waie precisamente, continuou à frente das tropas, maioritariamente balantas.
Era fatal que, cedo ou tarde, Nino matasse Na Waie, tal como abatera em 1986 outro general balanta, Paulo Correia. Nestes enredos ninguém esquece quem mata e dá a matar.
Ou, então, era de esperar que Na Waie matasse Nino.
Acabaram por morrer os dois.
A coca em fundo Agora, é possível que tudo continue a apodrecer e meia dúzia de homens fortes repartam o poder por uns tempos.
É crível que a miséria de milhão e meio de guineenses seja insanável num futuro próximo.
Tudo é possível no meio da desordem, mas certo e seguro é que num estado falhado como a Guiné-Bissau só uma forte presença militar e policial estrangeira que comece por conter o tráfico de droga possa vir a dar alguma credibilidade a qualquer esforço de estabilização.
Mas é melhor não contar muito com isso.
Os tratos da Guiné sempre foram uma coisa brutal.
3 de Março de 2009
Ainda o Bugio
Não me perguntem como mas, até coelhos lá havia. A certa altura tornou-se tão popular que, ao domingo num barquinho pequeno, até o homem dos gelados lá tentava a sorte.
Belos passeios fiz por lá. Até acampei num fim de semana. E a lingua de areia manteve.se por ainda uns anitos até que, num inverno rigoroso e chuvoso, as águas subiram e a “ilha” como já era desiignada, desapareceu até hoje!!
1 de Março de 2009
Sabiam que...o Bugio...
O Forte de São Lourenço do Bugio, também conhecido como Forte de São Lourenço da Cabeça Seca ou simplesmente Torre do Bugio, localiza-se a meio das águas da foz do rio Tejo, na altura da vila de Oeiras, Freguesia de Oeiras e São Julião da Barra, Concelho de Oeiras, Distrito de Lisboa, em Portugal.
O local onde se ergue é um banco de areia formado pelo assoreamento da foz do rio, fruto da dinâmica da confluência de suas águas com as do oceano Atlântico, ao ritmo das marés. Sendo o único da região com a superfície acima da linha de marés durante todo o ano, ficou-lhe a toponímia de cabeço ou cabeça seca. A toponímia bugio pode ser atribuída, entre outras versões, ao francês bougie (vela), devido à semelhança da sua estrutura circular e da primitiva torre encimada por farol, com uma vela acesa sobre o seu castiçal (inf da wikipédia).
28 de Fevereiro de 2009
MEME - Desafio - As minhas 3 mentiras
As outras 2, foram mais dificeis.... e são - Destesto cozinhar....não; gosto mesmo muito de cozinhar e de comer...até outro dia vos transcrevi uma receita, lembram-se?
E, agora fiz batota, é uma meia verdade. ando à procura de trabalho mas tem que ser um muito especial, pelo que as probabilidade de o encontrar são mui escassas.
And that's all folks...

Cata-Vento, aceito o desafio, obrigado amiga
Devo entregar o troféu a oito blogs que devem escolher oito outros blogs e incluir este texto junto com o seu troféu. Eu vou nomear os meus blogs preferidos mas fico contente se outros amigos que passarem, quiserem aceitar o desafio.
Eis o troféu:

Ora aqui vão os nomes...Horizontes, Mareterra, Brincar com o blog, A fotografia, Poetaeusou, Riscos e Rabiscos, Os bigodes do gato, Idade do Ouro...
27 de Fevereiro de 2009
26 de Fevereiro de 2009
PARA QUEBRAR UM BOCADO O DESALENTO QUE POR AÍ VAI.
EIS O QUE NOS DIZ A CBC Canada TV reports acerca de Portugal e dos nossos empreendimentos... Vejam até ao fim e meditem....
25 de Fevereiro de 2009
MEME - Dasafio
6 verdades e 3 mentiras
"Você diz 9 coisas aleatórias a seu respeito, não importa a relevância, tendo que ser 6 verdades e 3 mentiras! Quem receber o MEME deverá postar as 3 coisas que achem ser as mentiras do bloguista que lhe passou o Meme."
Aqui vão as minhas 9 frases...
Destesto dias chuvosos.
Não conseguia viver longe do mar
Tenho medo de andar de barco
A maior tristeza é viver longe dos filhos
Detesto cozinhar
Adoro aprender e ensinar
Ando a aprender alemão
Ando à procura de trabalho
Gostava de escrever um livro
As mentiras da Gaivota são:
Gosto de estar sozinha
Arrependo-me de tanta coisa que fiz
Adoro ir às compras
E agora passo o desafia ao CATA-VENTO, Riscos e Rabiscos, Horizontes e Papoila.
E agora vamos lá a responder....
Informação actualizada sobre a banca de Out de 2008 a Jan de 2009
20 de Fevereiro de 2009
19 de Fevereiro de 2009
The collapse of manufacturing
From The Economist print edition
$0.00, not counting fuel and handling: that is the cheapest quote right now if you want to ship a container from southern China to Europe. Back in the summer of 2007 the shipper would have charged $1,400. Half-empty freighters are just one sign of a worldwide collapse in manufacturing. In Germany December’s machine-tool orders were 40% lower than a year earlier. Half of China’s 9,000 or so toy exporters have gone bust. Taiwan’s shipments of notebook computers fell by a third in the month of January. The number of cars being assembled in America was 60% below January 2008.
The destructive global power of the financial crisis became clear last year. The immensity of the manufacturing crisis is still sinking in, largely because it is seen in national terms—indeed, often nationalistic ones. In fact manufacturing is also caught up in a global whirlwind.
Industrial production fell in the latest three months by 3.6% and 4.4% respectively in America and Britain (equivalent to annual declines of 13.8% and 16.4%). Some locals blame that on Wall Street and the City. But the collapse is much worse in countries more dependent on manufacturing exports, which have come to rely on consumers in debtor countries. Germany’s industrial production in the fourth quarter fell by 6.8%; Taiwan’s by 21.7%; Japan’s by 12%—which helps to explain why GDP is falling even faster there than it did in the early 1990s (see article). Industrial production is volatile, but the world has not seen a contraction like this since the first oil shock in the 1970s—and even that was not so widespread. Industry is collapsing in eastern Europe, as it is in Brazil, Malaysia and Turkey. Thousands of factories in southern China are now abandoned. Their workers went home to the countryside for the new year in January. Millions never came back.
18 de Fevereiro de 2009
Mil olhares

17 de Fevereiro de 2009
A Lenda das Amendoeiras em Flor
Há muitos e muitos séculos, antes de Portugal existir e quando o Al-Gharb pertencia aos árabes, reinava em Chelb, a futura Silves, o famoso e jovem rei Ibn-Almundim que nunca tinha conhecido uma derrota. Um dia, entre os prisioneiros de uma batalha, viu a linda Gilda, uma princesa loira de olhos azuis e porte altivo. Impressionado, o rei mouro deu-lhe a liberdade, conquistou-lhe progressivamente a confiança e um dia confessou-lhe o seu amor e pediu-lhe para ser sua mulher. Foram felizes durante algum tempo, mas um dia a bela princesa do Norte caiu doente sem razão aparente.
16 de Fevereiro de 2009
15 de Fevereiro de 2009
14 de Fevereiro de 2009
Ainda as Correntes de Escrita
Não podem deixar de ir ao site que vos endiquei ontem. É muito completo e apresenta dados bibliograficos dos 130 escritores participantes no evento.
O público ficou a conhecer mais três livros de poesia: 69 Poemas de Amor, de Casimiro de Brito, da editora 4 Águas; A Cabeça de Fernando Pessoa, de Luís Filipe Cristóvão, editado pela Ardósia, uma associação cultural de Cascais; e Fértil Província I Desterrada, do chileno Bruno Serrano, com edição da Yaganes.
Foram também lançados Blues de Um Gato Velho, de Óscar Málaga Gallegos, da Teorema, e O Mundo é a Nossa Casa, de Júlio Moreira.
Inf pesquisada na net
13 de Fevereiro de 2009
Entre 11 e 14 de Fevereiro a Póvoa de Varzim assiste ao Correntes d’Escritas – Encontro de Escritores de Expressão Ibérica, que em 2009 comemora dez a
São mais de 120 os escritores confirmados para esta edição, os protagonistas de toda esta Festa da Literatura que permitem ao público aceder ao mundo mágico que as suas palavras escondem não só nos livros, mas também nas mesas de debate em que participam, nas sessões de poesia que imortalizam, ou nos novos livros que apresentam ao longo de todo o evento. São também eles que fazem a “ponte” entre a Literatura e as Escolas: no passado com encontros com alunos; este ano com a realização de mesas de debate em todas as escolas básicas 2/3 e secundárias do concelho, cujos temas vão ser também recuperados de edições anteriores.
Para além de uma exposição fotográfica, o Correntes d’Escritas vai contar com edições especiais relativas aos dez anos do evento, neste caso com o lançamento de dois livros de fotografia. A tudo isto juntam-se ainda iniciativas paralelas, compostas por sessões de poesia, cinema, teatro e também por uma Feira do Livro.
Correntes d’Escritas é uma organização da Câmara Municipal da Póvoa de Varzim. Conta com o patrocínio do Casino da Póvoa, da Norprint, do Novotel Vermar, de Henrique Cayatte Design e do Turismo de Portugal. Tem ainda o apoio da BM Car, Instituto Cervantes, Porto Editora e Papelaria Locus. Casa da América Latina, Varazim Teatro e Cineclube Octopus são os parceiros da organização.
in site da Câmara da Póvoa do Varzim
12 de Fevereiro de 2009
Obama - Medidas aplicadas e a aplicar segundo a Reuters
Bold action was needed to fix a banking system that was now standing in the way of economic recovery rather than catalysing it, he asserted. For all the tough talk, however, the new plan, which will deploy the second half of the $700 billion Troubled Asset Relief Programme (TARP), was frustratingly light on detail.
Medidas a Tomar
The new framework has four main planks.
(1) Banks will have to undergo a "stress test" to ascertain whether they have enough capital to absorb future losses in the event of a severe economic decline. Those that do not will have access to "contingent equity", in the form of preferred shares convertible into the common sort. This will ensure they are strong enough to "preserve or increase lending".
(2) Second, after much debate the Obama administration has settled on a public-private approach to tackling the troubled mortgages and other assets clogging up balance-sheets. The idea is to tempt up to $1 trillion of private capital off the sidelines to buy this debt, by offering some form of government co-financing. With private firms determining the price, there should in theory be less risk of misvaluing securities. But the concept remains vague, and the devil will be in the details.
(3) The third component may be the most promising. Using more seed money from the Treasury, the Federal Reserve will quintuple the size of its $200 billion programme to finance purchases of securities backed by car, credit-card and student loans. It will also expand beyond consumer credit to bonds linked to commercial mortgages. This marks a big step in the government’s efforts to plug the gap left by the collapse of non-bank funding, particularly securitisation. Hedge funds are said to be keen to buy such paper with Fed help.
(4) A smaller amount will be set aside to deal with the problem at the heart of the crisis: housing. Some $50 billion will be channeled into preventing "avoidable" foreclosures, though it is not clear if this will include write-downs of principal, which many economists say are needed to stop the rot as more homeowners slip into negative equity. Banks that receive public money will be required to set up loan-modification schemes that are consistent with guidance from the Treasury. More details of the housing plan are expected over the next week.
(5) Mr Geithner’s plan places a number of other constraints on banks that receive support: they will not be able to take over healthy rivals for cash until they have repaid taxpayers, for instance. And they will have to disclose a lot more about their dodgy assets and loan volumes. But they will no doubt feel that things could have been worse. Banks will not, as some feared, be subject to lending quotas, at least officially. And their managers will keep their jobs.
Medidas não tomadas
Bad Bank
Overall, this is a big package. But it will strike some as timid as well as vague. The idea of a government-owned "bad bank", which would take banks’ worst assets off their hands, had become increasingly popular in recent weeks as it seemed to offer a clean break. Mr Geithner looked at it closely. Why he rejected it is unclear, but he may have deemed the up-front cost prohibitive, and he is clearly taken with the idea of a big role for private buyers. Markets are no clearer now about how toxic debt will be valued and isolated than they were before.
That explains the sharp falls in stockmarkets, particularly in the shares of big banks such as Bank of America and Citigroup, after Mr Geithner’s speech. Having allowed expectations of a bold and detailed plan to build, he served up a disappointment—not the wisest of moves in the midst of a severe crisis of confidence. Worse, this invites uncomfortable parallels with some of Mr Paulson’s failed initiatives. He announced the original version of the TARP, and before that a rescue for structured investment vehicles, amid much fanfare, only to stumble when he later tried to flesh out details.
Nacionalização
Moreover, Mr Geithner’s plan treads gingerly around a problem that many economists would rather see tackled head-on: some of America’s largest banks could already be insolvent. For these, nationalisation may be the best option. That is hard to swallow in the land of laissez-faire capitalism, even today. On Tuesday Mr Geithner reiterated his determination to keep banks private where possible, saying: "Governments are not good at running banks." But taxpayers are in no mood to prop up basket-cases. All eyes will be on those stress tests in the coming weeks.
10 de Fevereiro de 2009
8 de Fevereiro de 2009
Passeio em domingo chuvoso e friorento
Para além dos seus belíssimos jardins, salas e igreja, tive ainda oportunidade de ver uma cronologia histórica comparada. Compreendia 4 níveis de comparação, o nível mundial, o nível nacional, o que se passava no Mosteiro dos Jerónimos e finalmente o regime politico nacional.
Se ficou com curiosidade basta clicar aqui para uma visita guiada.
Mas não há nada como se pôr a caminho. Veja os horários no site. Ao domingo é gratuito.
Trago-vos uma lembrança. Não, não é um pastel de nata...é bem menos nutritivo mas espero que tb gostem...
6 de Fevereiro de 2009
Veja o mais completo resumo sobre a crise financeira a nível mundial...por Financial Times
5 de Fevereiro de 2009
Number of alien worlds quantified ...in bbc news...
"If alien life forms do exist, we may not necessarily be able to make contact with them, and we have no idea what form they would take. "
Duncan ForganEdinburgh University
3 de Fevereiro de 2009
Espanha mais de 200 mil desempregados só em Janeiro segundo EL País
Zapatero reconoce que es el momento "más difícil" de la recesión y asegura la asistencia a los parados pese al repunte del gasto, que ya supera lo presupuestado
El número de parados registrados en las oficinas del Instituto Nacional de Empleo (Inem) traspasó en enero los 3,3 millones de desempleados, tras sumar 198.838 parados más respecto a diciembre (+6,35%), en lo que es la mayor subida en un mes de toda la serie histórica. Ante este panorama, la secretaria general de Empleo, Maravillas Rojo, ha incluido un matiz en su discurso que deja la puerta abierta a que el desempleo alcance los cuatro millones de personas: "De momento, con las previsiones actuales, no se alcanzarán los cuatro millones. Pero la intensidad de la crisis hace que estas previsiones no sean exactas y si fuera necesario, se modificarán". Para el presidente Zapatero, éste es el momento "más difícil de la crisis" pero ha querido lanzar un mensaje de "seguridad" al recordar que, según sus cálculos, se crearán unos 300.000 puestos de trabajo con el fondo destinado a la inversión en ayuntamientos a partir de marzo.
2 de Fevereiro de 2009
O poder da vírgula....
Não, espere.
Não espere.
Pode fazer desaparecer o seu dinheiro.
23,4.
2,34.
Pode ser autoritária.
Aceito, obrigado.
Aceito obrigado.
Pode criar heróis.
Isso só, ele resolve.
Isso só ele resolve.
E vilões.
Esse, Senhor juiz, é corrupto.
Esse senhor juiz é corrupto.
Pode ser a solução.
Vamos perder, nada foi resolvido.
Vamos perder nada, foi resolvido.
A vírgula muda uma opinião.
Não queremos saber.
Não, queremos saber.
Uma vírgula muda tudo.
Um exemplo:
SE O HOMEM SOUBESSE O VALOR QUE TEM A MULHER ANDARIA DE QUATRO À SUA PROCURA.
Se for mulher, certamente colocou a vírgula depois de MULHER.
Se você for homem, colocou a vírgula depois de TEM.
Autor desconhecido
Errei?
1 de Fevereiro de 2009
31 de Janeiro de 2009
Sabem, ando num curso de culinária e hoje trago-vos uma delícia. Experimentem!!
E o recheio está pronto.
30 de Janeiro de 2009
Ricardo Araújo no seu melhor!!!
Não digo que os móveis do IKEA não sejam baratos. O que digo é que não são móveis. Na altura em que os compramos, são um puzzle. A questão, portanto, é saber se o IKEA vende móveis baratos ou puzzles caros
Os problemas dos clientes do IKEA começam no nome da loja. Diz-se «Iqueia» ou «I quê à»? E é «o» IKEA ou «a» IKEA»? São ambiguidades que me deixam indisposto. Não saber a pronúncia correcta do nome da loja em que me encontro inquieta-me. E desconhecer o género a que pertence gera em mim uma insegurança que me inferioriza perante os funcionários. Receio que eles percebam, pelo meu comportamento, que julgo estar no «I quê à», quando, para eles, é evidente que estou na «Iqueia».
As dificuldades, porém, não são apenas semânticas mas também conceptuais. Toda a gente está convencida de que o IKEA vende móveis baratos, o que não é exactamente verdadeiro. O IKEA vende pilhas de tábuas e molhos de parafusos que, se tudo correr bem e Deus ajudar, depois de algum esforço hão-de transformar-se em móveis baratos. É uma espécie de Lego para adultos. Não digo que os móveis do IKEA não sejam baratos. O que digo é que não são móveis. Na altura em que os compramos, são um puzzle. A questão, portanto, é saber se o IKEA vende móveis baratos ou puzzles caros. Há dias, comprei no IKEA um móvel chamado Besta. Achei que combinava bem com a minha personalidade. Todo o material de que eu precisava e que tinha de levar até à caixa de pagamento pesava seiscentos quilos. Percebi melhor o nome do móvel. É preciso vir ao IKEA com uma besta de carga para carregar a tralha toda até à registadora. Este é um dos meus conselhos aos clientes do IKEA: não vá para lá sem duas ou três mulas. Eu alombei com a meia tonelada. O que poupei nos móveis, gastei no ortopedista. Neste momento, tenho doze estantes e três hérnias.
É claro que há aspectos positivos: as tábuas já vêm cortadas, o que é melhor do que nada. O IKEA não obriga os clientes a irem para a floresta cortar as árvores, embora por vezes se sinta que não faltará muito para que isso aconteça. Num futuro próximo, é possível que, ao comprar um móvel, o cliente receba um machado, um serrote e um mapa de determinado bosque na Suécia onde o IKEA tem dois ou três carvalhos debaixo de olho que considera terem potencial para se transformarem numa mesa-de-cabeceira engraçada.
Por outro lado, há problemas de solução difícil. Os móveis que comprei chegaram a casa em duas vezes. A equipa que trouxe a primeira parte já não estava lá para montar a segunda, e a equipa que trouxe a segunda recusou-se a mexer no trabalho que tinha sido iniciado pela primeira. Resultado: o cliente pagou dois transportes e duas montagens e ficou com um móvel incompleto. Se fosse um cliente qualquer, eu não me importaria. Mas como sou eu, aborrece--me um bocadinho. Numa loja que vende tudo às peças (que, por acaso, até encaixam bem umas nas outras) acaba por ser irónico que o serviço de transporte não encaixe bem no serviço de montagem. Idiossincrasias do comércio moderno.
Que fazer, então? Cada cliente terá o seu modo de reagir. O meu é este: para a próxima, pago com um cheque todo cortado aos bocadinhos e junto um rolo de fita gomada e um livro de instruções. Entrego metade dos confetti num dia e a outra metade no outro. E os suecos que montem tudo, se quiserem receber.
29 de Janeiro de 2009
Israel e os seus derivados por José Saramago
28 de Janeiro de 2009
27 de Janeiro de 2009
E Viva o Ano do Búfalo para o qual desejo as maiores alegrias e felicidades para todos !!!!!

As celebrações do Ano-Novo chinês ocorrem neste 27 de Janeiro.
A energia desse ano pede arejamento de ideias: esqueça o comodismo e priorize a vida saudável e ao ar livre sempre que possível. Ano propício para descobrir o seu lado artístico e contemplativo.


Acredita-se que o calendário chinês seja o mais antigo registo cronológico de que se tem notícia. Baseado nas fases da Lua, fundamenta o horóscopo chinês atribuindo um animal a cada ano. Ao todo doze animais são representados no calendário e horóscopo chinês. Segundo os mesmos, 2009 é o ano do búfalo!
Então feliz ano novo! Ou melhor, Xīnnián kuàilè! Seja lá qual for a pronúncia correcta.
26 de Janeiro de 2009
25 de Janeiro de 2009
O inusitado


Aprendemos na escola que, em termos simplistas, uma campanha publicitaria assenta, ou deveria assentar no modelo AIDA - isto é despertar Atenção, depois Interesse, a seguir desencadear o Desejo e finalmente terminar na Acção. Esta acção consubstancia-se naturalmente na aquisição do produto. Deve ser revelado o próprio produto, as suas características distintivas e o local de aquisição...Mas, senhoras ele há ideias peregrinas que não consigo entender. Entre o criativo e o imbecil aqui vos deixo as imagens que geraram uma enorme confusão nos que passavam na Praça de Espanha. Colocaram as vacas em plena praça sem mais qq informação, resultado ninguém sabia do que se tratava....como diria o Fernando Pessa.... e esta hem!!

Usufruir
Toda esta lengalenga a propósito dos videos abaixo. Revejam o Singing in the Rain pois agora coloquei um dueto que é imperdível.
1 - Ir até ao ícon da Brtânea e carregar no botão para interromper a canção
2 - Se quiserem ver o em ecrã total, o que aconselho, façam o seguinte.... cliqurm na secta da esquerda e aguardem o inicio do video, depois clicam no 2º botão da direita e veêm os meninos em grande.
3 - Qdo acabar fazer esc.
E, sobretudo, divirtam-se....
24 de Janeiro de 2009
Saudades do Zeca Afonso, dos tempos de Abril, dos meus 20 anos e da ilusão de que podiamos mudar o mundo.
23 de Janeiro de 2009
Que fazer num fds chuvoso....talvez cantar!!
22 de Janeiro de 2009
21 de Janeiro de 2009
Boaventura Sousa Santos in Visão
A guerra do Iraque foi uma antecipação de Gaza: a lógica é a mesma, as operações são as mesmas, a desproporção da violência é a mesma.
Está a ocorrer na Palestina o mais recente e brutal massacre do povo palestiniano cometido pelas forças ocupantes de Israel com a cumplicidade do Ocidente, uma cumplicidade feita de silêncio, hipocrisia e manipulação grotesca da informação, que trivializa o horror e o sofrimento injusto e transforma ocupantes em ocupados, agressores em vítimas, provocação ofensiva em legítima defesa.
As razões próximas, apesar de omitidas pelos media ocidentais, são conhecidas. Em Novembro passado a aviação israelita bombardeou a faixa de Gaza em violação das tréguas, o Hamas propôs a renegociação do controle dos acessos à faixa de Gaza, Israel recusou e tudo começou. Esta provocação premeditada teve objectivos de política interna e internacional bem definidos: recuperação eleitoral de uma coligação em risco; exército sedento de vingar a derrota do Líbano; vazio da transição política nos EUA e a necessidade de criar um facto consumado antes da investidura do Presidente Obama. Tudo isto é óbvio mas não nos permite entender o ininteligível: o sacrifício de uma população civil inocente mediante a prática de crimes de guerra e de crimes contra a humanidade cometidos com a certeza da impunidade.
É PRECISO RECUAR NO TEMPO. Não ao tempo longínquo da bíblia hebreia, o mais violento e sangrento livro alguma vez escrito. Basta recuar 60 anos, à data da criação do Estado de Israel. Nas condições em que foi criado e depois apoiado pelo Ocidente, o Estado de Israel é o mais recente (certamente não o último) acto colonial da Europa. De um dia para o outro, 750 mil palestinianos foram expulsos das suas terras ancestrais e condenados a uma ocupação sangrenta e racista para que a Europa expiasse o crime hediondo do Holocausto contra o povo judeu.
Uma leitura atenta dos textos dos sionis- tas fundadores do Estado de Israel revela tudo aquilo que o Ocidente hipocritamente ainda hoje finge desconhecer: a criação de Israel é um acto de ocupação e como tal terá de enfrentar para sempre a resistência dos ocupados; não haverá nunca paz, qualquer apaziguamento será sempre aparente, uma armadilha a ser desarmada (daí que a seguir a cada tratado de paz se tenha de seguir um acto de violação que a desminta); para consolidar a ocupação, o povo judeu tem de se afirmar como um povo superior condenado a viver rodeado de povos racialmente inferiores, mesmo que isso contradiga a evidência de que árabes e judeus são todos povos semitas; com raças inferiores só é possível um relacionamento de tipo colonial, pelo que a solução dos dois Estados é impensável; em vez dela, a solução é a do apartheid, tanto na região como no interior de Israel (daí os colonatos e o tratamento dos árabes israelitas como cidadãos de segunda classe); a guerra é infinita e a solução final poderá implicar o extermínio de uma das partes, certamente a mais fraca.
O QUE SE PASSOU NOS ÚLTIMOS 60 anos confirma tudo isto mas vai muito para além disto. Nas duas últimas décadas, Israel procurou, com êxito, sequestrar a política norte-americana na região, servindo-se para isso do lóbi judaico, dos neoconservadores e, como sempre, da corrupção dos líderes políticos árabes, reféns do petróleo e da ajuda financeira norte-americana. A guerra do Iraque foi uma antecipação de Gaza: a lógica é a mesma, as operações são as mesmas, a desproporção da violência é a mesma; até as imagens são as mesmas, sendo também de prever que o resultado seja o mesmo. E não se foi mais longe porque Bush, entretanto, se debilitou. Não pediram os israelitas autorização aos EUA para bombardear as instalações nucleares do Irão? É hoje evidente que o verdadeiro objectivo de Israel, a solução final, é o extermínio do povo palestiniano.
Terão os israelitas a noção de que a shoah com que o seu vice-ministro da Defesa ameaçou os palestinianos poderá vir a vitimá-los também? Não temerão que muitos dos que defenderam a criação do Estado de Israel hoje se perguntem se nestas condições e repito: nestas condições o Estado de Israel tem direito de existir?
ViVa a PrImAvErA - clique e veja o desabrochar da Primavera. Prima no vidro da janela, aguarde um segundo e clique arrastando o rato pela tela toda, limpando a janela!

















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